quinta-feira, 5 de março de 2009

Continuação

Coincidência?
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Na noite da próxima segunda-feira (09/03) começa a festa de Purim (em Jerusalém começa na noite de terça, 10/03). O Judaísmo nos ensina que o calendário é cíclico, isto é, todos anos nos reencontramos com as festas, e em cada nova volta temos a oportunidade de reviver e crescer a partir da mesma energia espiritual que influenciou aquele dia em algum momento anterior na história do povo judeu. E Purim, que não foge à regra, tem o seu próprio conjunto de oportunidades especiais.

O livro de Ester pode parecer apenas o relato de uma história que aconteceu com o nosso povo há mais de 2.000 anos atrás. Mas a Meguilá é muito mais do que isso, pois se prestarmos atenção à seqüência de eventos, começamos a notar algumas “coincidências” interessantes. Quando terminamos a Megilá, uma improvável e longa seqüência de eventos, que se conectam desde a primeira palavra do livro até a última, entendemos que na realidade nada foi coincidência. Esta é uma das principais lições de Purim, da mesma forma que fica óbvio no final da Meguilá que nada foi aleatório, que não existiu nenhuma coincidência, assim também nossa vida é tecida como parte de uma maravilhosa tapeçaria Divina, onde tudo acontece com precisão e exatidão milimétrica.

E em cada pequeno detalhe da Meguilá captamos mensagens que nos trazem ensinamentos importantes para a vida. Quando o rei Achashverosh deu plenos poderes para que Haman decretasse a “solução final” do povo judeu, Mordechai pediu, através de um mensageiro, para que a rainha Ester implorasse ao rei pela vida dos judeus. Mas a resposta de Ester foi desanimadora, pois ela não quis aceitar o pedido de Mordechai. Havia uma lei que, caso alguém fosse à sala do rei sem ter sido chamado, poderia receber imediatamente pena de morte, a menos que o rei estendesse seu cetro e permitisse a pessoa viver. Ester respondeu que no momento não poderia fazer nada pelo povo judeu, teria que aguardar ser chamada pelo rei, pois caso contrário não teria quase nenhuma chance de sair viva. Mordechai não se abalou com a recusa de Ester e novamente enviou-lhe uma mensagem, mas desta vez muito mais dura: “Mordechai mandou responder a Ester: ‘Não imagine que, por estar na casa do rei, você vai escapar do destino de todos os outros judeus. Pois se você permanecer calada neste momento, o socorro e o alívio para os judeus virão de alguma outra fonte, e você e a casa de seu pai perecerão’ ” (Ester 4:12-14).

Que resposta foi esta que Mordechai mandou para Ester? Ele por acaso disse que Ester era a única esperança do povo judeu? Ele disse que ela deveria tentar alguma coisa, não importava quais seriam as consequências, mesmo que o risco fosse a morte dela? Obviamente que não. Ele estava dando um recado que tocou diretamente a alma de Ester. É como se ele estivesse dizendo: “Ester, se você não fizer isso pelo povo judeu, alguém vai fazer. Pois D'us não precisava de você para que o povo judeu possa ser salvo, afinal o povo judeu tem um objetivo a cumprir no mundo e D’us o salvará com ou sem a sua ajuda. A única pergunta, Ester, é esta: você vai optar por cumprir o seu papel de escrever a próxima página da história e ser contada entre aqueles que escolheram cumprir o papel pessoal para os quais foram criados, ou vai perder para sempre esta grande oportunidade? Ester, talvez a única razão de você ter se tornado rainha foi para este momento!”

Explica o rabino Chaim Levine que Mordechai estava ensinando para Ester, e também para nós, um princípio básico do judaísmo: não existem coincidências, tudo é parte de um grande plano Divino, e cada um de nós foi escolhido para cumprir um papel específico na história do mundo. Temos o livre arbítrio para escolher se queremos viver e alcançar o nosso potencial, deixando para sempre a nossa contribuição e o nosso nome escrito na história do mundo. D’us pode fazer sozinho os milagres acontecerem, e assim o fez em várias ocasiões da nossa história, como no caso da morte repentina de Stalin. Ensinam os nossos sábios que “muitos são os mensageiros de D’us”, isto é, D’us tem o mundo inteiro à sua disposição para que Sua vontade se cumpra exatamente como Ele decretou. Mas muitas vezes D’us quer nos dar o mérito de participarmos como “sócios” no encaminhamento do mundo em direção ao seu propósito. A nossa escolha é aceitar nosso “papel” ou ignorá-lo.

Ester não precisou ouvir mais nada, ela entendeu bem o recado de Mordechai. Deste momento em diante Ester recebeu sobre si a responsabilidade de salvar o povo judeu. Ela pediu para Mordechai instruir o povo judeu a se arrepender e jejuar por 3 dias, aumentando assim os méritos do povo e auxiliando para que sua missão fosse um sucesso. Fora os preparativos espirituais, Ester também fez seu esforço nos assuntos materiais, arquitetando uma armadilha perfeita para derrubar para sempre Haman e cancelar seus decretos malignos. Os esforços deram certo, o povo judeu foi salvo, e Haman e sua família foram apagados da história. Ester cumpriu tão bem seu papel no mundo que um dos livros do Tanach (Bíblia judaica) leva o seu nome: Meguilat Ester.

Purim nos ensina muito mais do que apenas uma bela histórinha com final feliz. Nos ensina que, no contexto da nossa própria vida, todos nós somos como Ester. Em Purim nos recordamos da nossa responsabilidade de focar nossas energias no jogo da vida. Temos que olhar as ferramentas que D’us nos deu e canalizá-las no cumprimento do nosso papel, pois estas ferramentas e forças especiais foram colocadas dentro da alma de cada um de nós. Em Purim, temos que nos perguntar: Que diferenciais me foram dados por D’us? Como posso usar esses pontos fortes no contexto do meu trabalho espiritual? Como posso preencher o meu potencial da melhor maneira possível?

Os cabalistas dizem que cada pessoa tem seu nome escondido em algum lugar da Torá. A Torá é a maquete do mundo, e cada um tem uma participação neste projeto. As pessoas que realmente conseguirem viver em sintonia com a sua alma, que buscarem em cada instante atingir seu máximo potencial, vão saber exatamente onde encontrar o seu nome na Torá.

SHABAT SHALOM e PURIM SAMEACH

Rav Efraim Birbojm

terça-feira, 3 de março de 2009

Continuação - Raúl Castro e suas mudanças

La reorganización implica el cambio de once ministros y la fusión de cuatro carteras en otros dos nuevos ministerios, así como la salida del gobierno de uno de los doce vicepresidentes del Consejo de Ministros, Otto Rivero.

De acuerdo con la nota oficial, se acordó "liberar al compañero Felipe Pérez Roque de sus responsabilidades como ministro de Relaciones Exteriores y promover al actual viceministro Bruno Rodríguez Parrilla para ocupar ese cargo".

El hasta ahora ministro de Economía, José Luis Rodríguez, era también vicepresidente del Consejo de Ministros, y los dos cargos pasarán a ser responsabilidad de Marino Murillo, hasta ahora ministro de Comercio Interior.

Se fusionan los Ministerios de Comercio Exterior y el de Inversión Extranjera, que son puestos bajo las órdenes de Rodrigo Malmierca, y los de la Industria Alimenticia e Industria Pesquera en una sola cartera, a cargo de María Concepción González, ex miembro del Secretariado del Partido.

Al frente del Ministerio de Ciencia y Medioambiente fue nombrado José Miyar Barrueco, hasta ahora secretario del Consejo de Estado. También sufren cambios los Ministerios de Finanzas y Precios, Comercio Interior, Trabajo, Industria Sideromecánica.
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El año perdido

Por Ricardo Carreras Lario

Raúl Castro.
Un año después de que el general Raúl Castro asumiera la presidencia del país, los cubanos no perciben cambios que mejoren su situación. Escasísimas reformas económicas, la acostumbrada falta de libertades e intensos esfuerzos internacionales han marcado este primer año del mandato del hermano de Fidel.
Raúl Castro asumió oficialmente la presidencia de Cuba el 24 de febrero de 2008. Prometió "cambios estructurales" y la supresión de "prohibiciones absurdas" impuestas a los cubanos durante décadas. Hoy, tras un año como Jefe del Estado, el hermano de Fidel ha desilusionado a los ciudadanos. Bajo un finísimo barniz reformista asoma la madera del mismo modelo represor.

Las elecciones siguen siendo una farsa, no existe todavía indicio alguno de apertura ni de avance hacia los derechos políticos, económicos y sociales para los cubanos. No hay partidos legales, sigue el férreo control político bajo el mandato del partido único. El general no ha cedido ningún espacio a aquellos que no comparten sus ideas, o más bien sus intereses.

La represión sigue igual de presente en todas las provincias de la isla. La libertad de prensa continúa siendo un concepto abstracto, por la persistencia del monopolio oficial sobre los medios de comunicación, controlados por el Régimen. Según denuncias de Reporteros sin Fronteras, actualmente hay 23 periodistas presos, de los cuales 19 cumplen en marzo su sexto año de injusta reclusión, junto a los demás presos de la Primavera Negra de 2003. El número total de prisioneros políticos se calcula en torno a los 200. A los familiares de los reos que se encuentran en delicado estado de salud se les sigue negando el acceso a los diagnósticos médicos. Hay incluso pasos hacia atrás, como el intolerable bloqueo de transferencias humanitarias privadas por parte de españoles a las Damas de Blanco –familiares de los presos de conciencia–, que comenzó en septiembre de 2008, tras una reflexión del Convaleciente en Jefe.

Raúl Castro mostró en un principio intenciones de hacer alguna apertura económica de peso, pero muchas reformas han quedado paralizadas –según sus mismas declaraciones– por las cuantiosas pérdidas económicas generadas por el paso de tres huracanes en la segunda mitad de 2008 y la crisis mundial. Extraña lógica ésa: el agravamiento de la situación debería ser un acicate para acelerar las reformas, no una excusa para mantener el sistema económico más ineficiente de América.

Entre los cambios que sí se han llevado a cabo se encuentra la liberación de la venta de teléfonos móviles, computadoras y otros electrodomésticos, así como la autorización a los cubanos a entrar en hoteles de lujo. El problema está en que, con un salario base de 12 euros mensuales, la inmensa mayoría de ellos no puede tener acceso a cualquiera de esos productos y establecimientos. En Cuba, igual que hace un año, tan sólo dos o tres de cada 100 personas tiene teléfono móvil, y el acceso a internet es limitado y censurado. El último gran avance han sido las recientes palabras de Raúl Castro en las que decía que, tras cinco décadas de hacer de perro del hortelano, el Estado permitirá a los cubanos que reparen sus propias casas... como puedan.

En julio pasado se decretó la entrega de tierras ociosas y se anunció la concesión de licencias operativas de transporte a particulares. También se notificó retóricamente la suspensión del igualitarismo y los techos salariales. Se han promovido leves cambios retóricos, meramente de forma y no de fondo. Proyectos de reformas que pueden dar imagen de cambio pero que no han modificado la realidad económica de los cubanos, porque el sistema es el mismo que hace 50 años.

Política exterior

En lo referente a la política exterior, Raúl Castro ha buscado desesperadamente consolidarse, obtener legitimación externa y lograr una buena imagen a escala internacional. Días después de su llegada al poder firmó dos pactos de Derechos Humanos de la Organización de Naciones Unidas. Sin embargo, al día de hoy todavía no han sido ratificados ni, mucho menos, puestos en práctica.

En 2008 recibió a los presidentes de Rusia y China. También viajó a Venezuela, en su primera visita oficial, y a Brasil, a la Cumbre de Costa de Saúpe. Durante los dos primeros meses de este año se ha reunido en La Habana con los presidentes de Guatemala, Panamá, Argentina, Venezuela, Ecuador y Chile. En enero visitó Rusia, Angola y Argelia.

Ha lanzado una ofensiva de relaciones internacionales sin atender los problemas de casa. Pero, lamentablemente, pasar revista en Moscú o recibir a un mandatario internacional no resuelve los graves problemas económicos que asfixian a los cubanos, ni da a éstos los derechos y libertades que tienen conculcados desde hace más de medio siglo.

Su discurso conmemorativo del 50 aniversario de la Revolución fue duro como el granito. Un muro de retórica de búnker en el que se estrellaron las últimas esperanzas de auténtica reforma que podían quedarle al pueblo cubano.

En resumen, ha sido un año tristemente perdido para los cubanos. El régimen castrista sigue caracterizado por la promoción de tres emes: miedo, mentiras y miseria. El esperanzador futuro de Cuba sigue secuestrado por un régimen tan decrépito como insostenible que prolonga su inevitable desmoronamiento.

La oposición democrática se extiende poco a poco por toda la isla. La capa de hielo sobre la que se sostiene la dictadura se quiebra. Sólo queda saber cómo y cuándo sucederá. Los que amamos a Cuba deseamos que sea pronto, que los protagonistas sean los cubanos y que el agua de libertad que nazca del deshielo no se tiña con sangre.


RICARDO CARRERAS LARIO, presidente de Solidaridad Española con Cuba.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

SOS JUSTIÇA ELEITORAL


Maria Lucia Victor Barbosa
20/02/2009
Finalmente a oposição se mexeu. Entrou com ação junto ao TSE contra a campanha antecipada da ministra Dilma Rousseff. A ministra, que começa parecer uma réplica do seu cabo eleitoral, o presidente da República, retrucou como este fez em sua campanha de reeleição, que a oposição tenta “interditar” o governo, “judicializar as obras porque não têm projeto”.

O governador José Serra, potencial candidato do PSDB à presidência da República, por sua vez afirmou com relação às obras do PAC, “que apesar de toda propaganda, 70% dos investimentos realizados no Brasil, não são feitos pelo governo federal”.

Na verdade, Lula da Silva, a vinte meses das eleições, faz o que gosta: campanha. Quando não está viajando está no palanque, sempre acompanhado por sua candidata e no “púlpito” populista desaparece o lulinha paz e amor. Gritos, xingamentos, espasmos, rosto congestionado e rubro, ressurge o alterado líder sindicalista que joga fora a compostura, o terno Armani e deita falação atropelando o idioma para delírio da platéia, especialmente, a dos seus redutos nordestinos, onde funcionam melhor as bolsas-esmola, nova modalidade de compra de votos.

Vilma, com chamam os nordestinos, é mãe do PAC, esse amontoado confuso de projetos e intenções, de obras feitas e por fazer. Lula é o pai dos pobres. Par perfeito e divinizado que se entrega ao povo criança que gosta de tutela, que quer que as coisas mudem desde que não precise fazer força. Assim, pai e mãe, Lula e Dilma, se inserem na tradição paternalista implantada desde nossos tempos coloniais. Juntos empolgam especialmente os pobres que precisam de alguém que fale por eles, tome conta deles, cobre benefícios por eles.

Não se duvide, pois, que Dilma Rousseff consiga chegar lá. Rosto renovado apenas não irá ajudá-la, mas um bom marqueteiro pode transformar, pelo menos temporariamente, a mãe zangada, autoritária e ríspida em mãe carinhosa, engraçada como o pai. Quem sabe ela pode vir adotar em seu discurso um “menas” aqui, um “Ponto G” ali, e, porque não, um “sifu” acolá, já que esse linguajar vai se tornando oficial e politicamente correto.

O que parecia impossível faz pouco tempo pode se realizar: “Vilma” ser eleita. Afinal, Inaugurando até escola do tempo de JK e pintura em meio-fio, o pai beneficia sua sucessora com um poder que nenhum adversário sonha possuir. Ao mesmo tempo, ela é a garantia de continuidade do PT, que entranhado na máquina estatal seguirá girando as engrenagens do poder. Contudo, a missão prioritária da mãe será a de preparar a volta gloriosa do pai, em 2014. Isto se ele não quiser o 3º mandato ou lançar outro candidato se achar que a mãe não se tornou Nossa Senhora Vilma.

Dia 15 passado, num festivo domingo, Hugo Chávez obteve finalmente o que queria. Através de referendo, 54 % dos eleitores venezuelanos, contra 46%, consagraram o projeto político do Mussolini latino-americano de se eternizar no poder. Ele conseguiu a revolução sem tiro, o golpe de Estado constitucional, a democracia despótica. Inovações dos novos tempos.

Naturalmente, não lhe faltou o uso da violência: não autorizou comícios da oposição, dissolveu passeatas dos estudantes com força policial, amedrontou opositores com suas milícias fascistóides, ameaçou funcionários públicos, enquanto agradava os pobres, beneficiários das “missiones”, programas assistencialistas e eleitoreiros equivalentes as bolsas-esmola ou bolsas-voto do governo Lula da Silva.

Vitorioso, em que pesem as péssimas condições da economia venezuelana e a queda abrupta dos preços do petróleo, única riqueza do país, Chávez declarou que “está assumindo a vanguarda da América Latina”. Na verdade, ele tem seguidores na Bolívia, no Equador e na Nicarágua. De Fidel Castro parece se sentir sucessor. Sua aproximação com Cristina Kirchner é evidente.

Chávez lidera também o Brasil? Se a pergunta pode parecer descabida e ferir os brios pátrios, recorde-se que Lula da Silva sempre fez campanha para o companheiro Chávez, o chama de democrata, faz coro com ele contra os Estados Unidos, enquanto coloca o país de joelhos perante os chavistas Evo Morales e Rafael Correa, além de se acocorar diante do governo argentino.

Ademais, em matéria de estratégia eleitoral, a usada por Lula da Silva é, em alguns aspectos, muito parecida com a do companheiro da boina vermelha: amplo uso do Tesouro nacional e da máquina estatal, compra de votos através das bolsas-esmola e propaganda enganosa intensiva de fazer inveja a Hitler.

Difícil enfrentar tal poderio. Além do mais, exceto vozes isoladas, não existem reais oposições no Brasil. Portanto, é de se perguntar: será que estamos nos encaminhando para uma ditadura disfarçada de democracia? Não seria conveniente, que os 16% enviassem um SOS a Justiça Eleitoral? Afinal, a democracia ainda é a melhor forma de governo.

Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.

mlucia@sercomtel.com.br
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SÓ UM JUSTO
Maria Lucia Victor Barbosa
21/03/2009

O julgamento pelo STF, no dia 19/03, da demarcação da reserva Raposa/Serra do Sol, em Roraima, culminou naquilo que já se esperava: a continuidade da área de 1,7 milhão de hectares ou 12 vezes o tamanho da cidade de São Paulo. Isso significa que essa parte do território nacional, que tem fronteira com a Guiana e a Venezuela, pertence agora a uma “nação indígena” e nela não poderão viver ou sequer pisar os chamados “não índios” (termo politicamente correto), como se todos nós, brancos, negros, pardos não fossemos igualmente brasileiros.
Segundo o ministro Carlos Ayres Britto, os arrozeiros devem ser expulsos imediatamente da reserva, como se bandidos fossem. Note-se que os “não índios” que compõe 1,5% dos habitantes do local, produzem 70% do arroz de Roraima ou 106 mil toneladas das 11.04 milhões que são produzidas em todo Brasil.
Só um justo, o ministro Marco Aurélio de Mello, votou contra a abstrusa demarcação. O ministro Marco Aurélio foi, além de justo, corajoso, coerente, clarividente, lúcido. Mas, só um justo, não salva o Brasil. Dez ministros proclamaram radiantes a redenção dos verdadeiros donos da terra que, em sua pureza original, apesar de aculturados, são agora os únicos habitantes da imensa reserva. A eles foi dado o direito de voltar ao atraso primitivo, de se aliar aos que vindo de fora quiserem se estabelecer nas terras de ninguém, ou seja, dos 18 mil índios, gatos pingados naquele ermo sem defesa. Que venham os companheiros das Farc, os cobiçosos estrangeiros, os madereiros, os predadores de todo o tipo que devastam a natureza e levam a riqueza que o país estupidamente não sabe usar. Ninguém vai tomar conhecimento.
Não digam os senhores ministros que as 19 condições impostas pelo Supremo, arremedos de proteção da reserva, vão funcionar. Desde quando a lei funciona no Brasil? Funciona a velha esperteza, a malandragem que burla as leis que, aliás, raramente são conhecidas, quanto mais cumpridas. No máximo ainda procedemos como nas colônias espanholas onde se dizia: “La ley se acata, pero no se cumple”.
A maioria dos brasileiros não vai tomar conhecimento da infausta sentença dos dez ministros. A reserva de nome exótico, encravada no longínquo Estado de Roraima não faz parte da imaginação do carioca, do baiano, do mineiro, do paulista, do gaúcho, de todos que em seus Estados não têm noção de nossa grandeza territorial, de nossas riquezas naturais. Tão pouco faz parte dos sentimentos de nosso povo o sentido de pátria. Aliás, nossa visão se limita ao entorno imediato de cada um e o estrago feito passará despercebido.
Contudo, os senhores ministros, ao abrir o precedente que consagra na prática a “nação indígena”, escancararam o direito de outras “nações” reivindicarem a posse de várias regiões do país, como é o caso de Mato Grosso, maior produtor de soja, que quem sabe poderá voltar aos tempos pré-colombianos. E não falo só de outros índios ou dos quilombolas. Creio que já não se poderá (ou poderá?) criminalizar as aspirações separatistas dos que almejam apartar do restante do Brasil os Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, com o objetivo de criar um país menor, mais evoluído e mais próspero, exata contraposição à reserva Raposa Serra do Sol.
Mas há algo mais tenebroso na sentença dos dez ministros. Perpassa no procedimento um quê de venezuelização. A impressão que se tem é que o Judiciário verga diante do Poder Executivo, julgando politicamente o que deveria estar submetido à lei.
Afinal, mesmo antes de Antonio Palocci ser julgado pelo Supremo, Lula da Silva o lançou candidato ao governo de São Paulo, o que indica que o presidente sabe de antemão que nada acontecerá ao companheiro acusado de quebrar o sigilo bancário de um humilde caseiro e de outros crimes ligados à chamada República de Ribeirão. E, sintomaticamente, José Dirceu, que foi chamado pelo Procurador Geral da República de “chefe da quadrilha”, foi inocentado.
Tem mais: como Lula da Silva concorda com o ministro da Justiça e companheiro, Tarso Genro, que o criminoso Cesare Battisti é nosso, contrariando o pedido de extradição feito pelo governo italiano, sugere ao STF que perdoe o terrorista e o liberte. Com isso fica Lula livre de dar a palavra final sobre o caso, transferindo seu desgaste internacional ao Supremo.
Será mais uma vergonha a ser passada pelo Brasil no cenário externo, como se não bastasse o caso da vigarista brasileira, Paula Oliveira, presa na Suíça, do menino norte-americano cuja guarda está sendo negada ao pai biológico, de todos os golpistas e criminosos que no exterior enxovalham a imagem dos brasileiros sérios e dignos.
Infelizmente, só um justo não dá conta de nos salvar de nós mesmos. Mas, pelo menos consola saber que o ministro Marco Aurélio de Mello existe.
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

PRÊMIO DOIS EM CENA:PELASACO DO MÊS


EM BREVE, AGUARDE!!!!!
Devido ao grande número de concorrentes de peso, o ganhador será divulgado somente de 30 em 30 dias, o primeiro ganhador será divulgado em 24 de março!
DEIXE SUA SUGESTÃO VIA COMENTÁRIOS
Volte para o Dois em Cena, clicando aqui

ESTANTE DOIS EM CENA

Ofertado pelo Patria Judia e por Martha Colmenares



OBRIGADA

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Este holocausto será diferente...continuação


As ordens serão dadas e mísseis Shihab III e IV serão lançados contra Tel Aviv, Bersheva, Haifa e Jerusalém e provavelmente contra alvos militares, incluindo meia dúzia de bases aéreas israelitas e (alegadas) bases de mísseis nucleares. Alguns dos Shihab terão ogivas nucleares. Outros serão meros engodos, carregados com agentes químicos e biológicos, ou simplesmente com jornais velhos, destinados a confundir as bateiras antimísseis israelitas.Para um país com o tamanho e a forma de Israel (20 mil quilómetros quadrados alongados), provavelmente quatro ou cinco ataques serão suficientes. Adeus Israel. Um milhão ou mais de israelitas nas áreas metropolitanas de Jerusalém, Tel Aviv e Haifa morrerá imediatamente. Milhões sofrerão os graves efeitos da radiação. Israel tem cerca de sete milhões de habitantes. Nenhum iraniano irá ver ou tocar um único israelita. Tudo será bastante impessoal.Alguns dos mortos inevitavelmente serão árabes – cerca de 1,3 milhões dos cidadãos de Israel são árabes e outros 3,5 milhões vive no território semi-ocupado da Cisjordânia [Judeia e Samaria] e na Faixa de Gaza. Jerusalém, Tel Aviv-Jaffa e Haifa possuem igualmente minorias árabes substanciais. Existem igualmente grandes concentrações de populações árabes em torno de Jerusalém (em Ramallah-Al Bireh, Bir Zeit, Bethlehem) e nos arredores de Haifa.Aqui também, muitos morrerão, imediatamente ou aos poucos.É duvidoso que um tão grande massacre de muçulmanos perturbe Ahmadinejad e os Mullahs. Os iranianos não gostam particularmente de árabes, especialmente de árabes sunitas, com quem têm guerreado intermitentemente desde há séculos. E eles têm um desprezo particular para com os (sunitas) palestinianos que, apesar de tudo, mesmo sendo inicialmente em número dez vezes mais do que os judeus, não conseguiram impedir durante o longo conflito que eles criassem o seu próprio estado ou controlassem toda a Palestina.Além de tudo isso, a liderança iraniana encara a destruição de Israel como um supremo mandamento divino, tal como um sinal da segunda vinda, e as muitas vítimas colaterais muçulmanas serão sempre encaradas como mártires na nobre causa. De qualquer forma, os palestinianos, muitos deles dispersos por todo o mundo, sobreviverão enquanto povo, tal como o fará a grande Nação Árabe da qual fazem parte. E, com toda a certeza, para se livrarem do Estado judaico, os árabes estarão dispostos a fazer alguns sacrifícios. No saldo cósmico das coisas, valerá a pena.
UMA QUESTÃO pode mesmo assim levantar-se nos concílios iranianos: E Jerusalém? Afinal, a cidade alberga os terceiros mais sagrados lugares de culto do islamismo (depois de Meca e Medina): a mesquita de Al Aksa e a Mesquita de Omar. Mas Ali Khamenei, o líder espiritual supremo, e Ahmadinejad muito provavelmente responderiam da mesma forma que o fariam em relação à questão mais lata de destruir e poluir de forma radioactiva a Palestina inteira. A cidade, tal como a terra, pela graça de Deus, em 20 ou 30 anos irá recuperar. E será restaurada para o Islão (e para os árabes). E a outra poluição mais profunda terá sido erradicada.A julgar pelas referências contínuas de Ahmadinejad à Palestina e à necessidade de destruir Israel, e à sua negação do primeiro Holocausto, ele é um homem obcecado. E partilha a obsessão com os Mullahs: todos eles criados sob os ensinamentos de Khomeini, um prolífico antisemita que frequentemente proferia sentenças contra “o pequeno satã”. A julgar pelo facto de Ahmadinejad ter organizado um concurso de cartoons sobre o Holocausto e uma conferência para negar o Holocausto, os ódios do presidente iraniano são profundos (e, claro, descarados).Ele está disposto a pôr em jogo o futuro do Irão, ou mesmo o do Médio Oriente inteiro, em troca da destruição de Israel. Sem dúvida que ele acredita que Allah irá proteger o Irão, de alguma forma, de uma resposta nuclear israelita ou de uma contra-ofensiva americana. Mas, Allah à parte, ele pode muito bem acreditar que os seus mísseis pulverizarão o estado Judaico, destruindo a sua liderança e as suas bases nucleares terrestres, desmoralizando e confundindo de tal forma os comandantes dos seus submarinos nucleares que estes serão incapazes de responder. E, com o seu profundo desprezo pela indecisão frouxa do Ocidente, não levará a sério a ameaça de uma retaliação nuclear americana. Ou poderá muito bem achar, de uma forma irracional (para nós), que uma contra-ofensiva é um preço que está disposto a pagar. Tal como o seu mentor, Khomeini, disse num discurso em Qom em 1980: “Nós não adoramos o Irão, adoramos Allah… que esta terra [Irão] arda. Que esta terra desapareça em fumo desde que o Islão saia triunfante…”Para estes adoradores do culto da morte, mesmo o sacrifício literal da pátria é aceitável se dai sair o fim de Israel.
O VICE-MINISTRO israelita da Defesa, Ephraim Sneh, sugeriu que o Irão nem sequer tem de utilizar a Bomba para destruir Israel. A simples nuclearização do Irão poderá intimidar e deprimir os israelitas de tal maneira que eles perderão a esperança, emigrando gradualmente; com investidores e imigrantes a evitarem o estado Judaico ameaçado de destruição. Conjugados, estes factores contribuiriam para o fim de Israel.Mas sinto que Ahmadinejad e os seus aliados não têm a paciência necessária para esperar pelo lento desenrolar desta hipótese; eles procuram a aniquilação de Israel aqui e agora, no futuro imediato, durante as suas vidas. Eles não querem deixar nada à mercê dos vagos ventos da História.Tal como durante o primeiro, o segundo holocausto será precedido por décadas de preparação de corações e mentes, tanto pelos líderes iranianos e árabes, como por intelectuais e órgãos de comunicação social ocidentais. Diferentes mensagens foram dirigidas a diferentes audiências, mas todas (de forma concreta) têm servido o mesmo objectivo – a demonização de Israel. Muçulmanos em todo o mundo têm sido ensinados que “os sionistas/judeus são a personificação do mal” e que “Israel tem de ser destruído.”De forma mais subtil, o mundo ocidental foi ensinado que “Israel é um estado opressor racista” e que “Israel, nesta época de multiculturalismo, é um anacronismo supérfluo”. Gerações de muçulmanos, e pelo menos uma geração no Ocidente, têm sido criados com estes catecismos.
O CRESCENDO para o segundo Holocausto (que, curiosamente, irá provavelmente ter sensivelmente o mesmo número de vítimas que o primeiro) tem sido acompanhado por uma comunidade internacional fragmentada e conduzida pelos seus próprios apetites egoístas – a Rússia e a China obcecadas com os mercados muçulmanos; a França com o petróleo árabe; e os Estados Unidos, empurrados a um isolacionismo mais profundo pelo descalabro no Iraque. O Irão tem tido liberdade para prosseguir os seus sonhos nucleares, e Israel e o Irão foram deixados sós para se enfrentarem.Mas Israel, basicamente isolada, não estará à altura da tarefa, tal como um coelho encadeado pelos faróis de um carro que corre contra ele. No Verão passado, liderado por um primeiro-ministro incompetente e por um sindicalista a fingir de ministro da Defesa, utilizando tropas treinadas para dominar gangues de palestiniano mal armados e pior treinados e demasiado preocupados em não sofrer ou infligir baixas, Israel falhou numa mini-guerra de 34 dias contra um pequeno exército de guerrilha financiado pelos iranianos (ainda que bem treinado e bem armado). Essa mini-guerra desmoralizou totalmente as lideranças política e militar de Israel.Desde então, ministros e generais, tal como os seus homólogos ocidentais, limitam-se a observar taciturnamente à medida que os patronos do Hizbullah constróem os arsenais do Apocalipse. De forma perversa, os líderes israelitas podem até ter ficado satisfeitos com as pressões ocidentais a apelar à contenção. Muito provavelmente, eles querem acreditar de forma profunda nas garantias ocidentais de que alguém – a ONU, o G-8 – irá tirar do lume a batata quente radioactiva. Há mesmo quem tivesse acreditado na bizarra ideia de que uma mudança de regime em Teerão, conduzida por uma classe-média laica, acabaria por parar os loucos Mullahs.Mas de forma ainda mais concreta, o programa iraniano apresentava um complexo desafio para um país com um número limitado de recursos militares tradicionais. Aprendendo com a experiência do sucesso da destruição pela Força Aérea israelita do reactor nuclear iraquiano de Osirak em 1981, os iranianos duplicaram e dispersaram as suas instalações, enterrando-as em bunkers profundos. Para atacar as instalações nucleares iranianas com armas convencionais seria necessário uma força aérea do tamanho da americana, trabalhando 24 horas por dia durante mais de um mês.Na melhor das hipóteses, a força aérea israelita, os comandos e a marinha, podiam almejar a atingir apenas um dos componentes do projecto iraniano. Mas, no fim de contas, ele continuaria substancialmente intacto – e os iranianos ainda mais determinados (se tal for possível) a alcançar a Bomba o quanto antes. Ao mesmo tempo, sem qualquer dúvida, seria gerada também uma campanha mundial de terrorismo islâmico contra Israel (e possivelmente contra os seus aliados ocidentais) e, claro, uma campanha quase universal de vilipêndio. Orquestrados por Ahmadinejad, todos clamariam que o programa nuclear iraniano se destinava a propósitos pacíficos. Na melhor das hipóteses, um ataque convencional de Israel poderia apenas atrasar os iranianos em cerca de dois anos.
IMEDIATAMENTE, a liderança incompetente de Jerusalém enfrentaria um cenário catastrófico, quer fosse depois do lançamento de uma ofensiva convencional ou, em vez dela, lançando um ataque nuclear preemptivo e antecipado contra o programa nuclear iraniano, que tem algumas das suas instalações em torno de grandes cidades. Teriam eles estômago para isso? Estaria a sua determinação em salvar Israel alargada à eventualidade de matar milhões de iranianos e, na verdade, destruir o Irão? Este dilema foi há muito definido de forma certeira por um sábio general: o arsenal nuclear de Israel é inutilizável. Apenas pode ser usado demasiado cedo ou demasiado tarde. Nunca haverá uma altura “certa”. Usado “cedo demais”, quer dizer antes do Irão adquirir armas nucleares similares, Israel será investida no papel de pária internacional, alvo de um ataque muçulmano universal, sem um amigo no mundo; “tarde demais” quererá dizer que os iranianos já atacaram. Que vantagem tem?Então os líderes israelitas cerrarão os dentes na esperança de que tudo corra pelo melhor. Talvez, depois de terem a Bomba, os iranianos se portem de forma “racional”?
MAS OS IRANIANOS são motivados por uma lógica mais elevada. E lançarão os seus mísseis. E, tal como no primeiro Holocausto, a comunidade internacional nada fará. Tudo acabará, para Israel, em poucos minutos – não como na década de 1940, quando o mundo teve cinco longos anos para cruzar os braços e nada fazer. Depois dos Shihabs caírem, o mundo enviará navios de salvamento e ajuda médica para os levemente carbonizados. Não atacará o Irão com armas nucleares. Com que objectivo e com que custos? Uma resposta nuclear americana alienaria de forma permanente o mundo muçulmano, aprofundando e universalizando o actual choque de civilizações. E, claro, não traria Israel de volta. (Enforcar um criminoso devolve à vida as suas vítimas?)
Então qual seria o propósito?Ainda assim, o segundo holocausto será diferente no sentido em que Ahmadinejad não verá nem tocará aqueles que deseja ver mortos. Na verdade não haverá cenas como a seguinte, citada no recente livro de Daniel Mendelsohn, The Lost, A Search for Six of Six Million, na qual é descrita a segunda acção nazi em Bolechow, na Polónia, em 1942:
Um episódio terrível aconteceu com a senhora Grynberg. Os ucranianos e os alemães irromperam pela sua casa e encontraram-na prestes a dar à luz. As lágrimas e as súplicas dos familiares não ajudaram e ela foi levada de casa em camisa de noite e arrastada para a praça em frente da Câmara Municipal.Ali ela foi arrastada para um contentor de lixo no pátio da Câmara, onde a multidão de ucranianos presentes dizia piadas e ria das suas dores de parto, até que ela deu à luz. A criança foi imediatamente arrancada dos seus braços, ainda com o cordão umbilical, e atirada ao ar – foi espezinhada pela multidão e ela ficou de pé à medida que sangue escorria do seu corpo, com pedaços pendurados a sangrar, e permaneceu desta forma algumas horas encostada à parede da Câmara Municipal. Depois foi com todos os outros para a estação de caminho de ferro de onde foi levada de comboio para Belzec.
No próximo holocausto não haverá cenas destas de cortar o coração, de criminosos e vítimas ensopados em sangue.Mas será na mesma um holocausto.
Benny Morris é professor de História do Médio Oriente na Universidade Ben-Gurion e um dos mais marcantes representantes da esquerda académica israelita. Este ensaio foi publicado em Janeiro de 2007 no Jerusalem Post.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

ÁRABES E JUDEUS

Uma questão para análise
A população mundial de islâmicos é de aproximadamente: 1.200.000.000 (Um Bilhão e Duzentos Milhões) - 20% da população mundial. Os árabes possuem 95% do território do Oriente Médio e 100% do petróleo.
Eles receberam os seguintes prêmios Nobel:
Literatura: 1988 - Najib Mahfooz
Paz: 1978 - Mohamed Anwar El-Sadat
1994 - Yasser Arafat
1990 - Elias James Corey
1999 - Ahmed Zewai
Economia: (nenhum)
Fisica: (nenhum)
Medicina: 1960 - Peter Brian Medawar
1998 - Ferid Mourad
TOTAL: 7 (SETE)

A população mundial de judeus é cerca de 14 milhões, ou seja, 0.02% da população mundial. Todos juntos (dentro e fora de Israel) são um mero centésimo da população islâmica. Israel ocupa menos de 5% do Oriente Médio e possui 0% do petróleo da região.
Eles receberam os seguintes prêmios Nobel:
LITERATURA: 1910 - Paul Heyse
1927 - Henri Bergson
1958 - Boris Pasternak
1966 - Shmuel Yosef Agnon
1966 - Nelly Sachs
1976 - Saul Bellow
1978 - Isaac Bashevis Singer
1981 - Elias Canetti
1987 - Joseph Brodsky
1991 - Nadine Gordimer World

PAZ: 1911 - Alfred Fried
1911 - Tobias Michael Carel Asser
1968 - Rene Cassin
1973 - Henry Kissinger
1978 - Menachem Begin
1986 - Elie Wiesel
1994 - Shimon Peres
1994 - Yitzhak Rabin

FÍSICA: 1905 - Adolph Von Baeyer
1906 - Henri Moissan
1907 - Albert Abraham Michelson
1908 - Gabriel Lippmann
1910 - Otto Wallach
1915 - Richard Willstaetter
1918 - Fritz Haber
1921 - Albert Einstein
1922 - Niels Bohr
1925 - James Franck
1925 - Gustav Hertz
1943 - Gustav Stern
1943 - George Charles de Hevesy
1944 - Isidor Issac Rabi
1952 - Felix Bloch
1954 - Max Born
1958 - Igor Tamm
1959 - Emilio Segre
1960 - Donald A. Glaser
1961 - Robert Hofstadter
1961 - Melvin Calvin
1962 - Lev Davidovich Landau
1962 - Max Ferdinand Perutz
1965 - Richard Phillips Feynman
1965 - Julian Schwinger
1969 - Murray Gell-Mann
1971 - Dennis Gabor
1972 - William Howard Stein
1973 - Brian David Josephson
1975 - Benjamin Mottleson
1976 - Burton Richter
1977 - Ilya Prigogine
1978 - Arno Allan Penzias
1978 - Peter L Kapitza
1979 - Stephen Weinberg
1979 - Sheldon Glashow
1979 - Herbert Charle s Brown
1980 - Paul Berg
1980 - Walter Gilbert
1981 - Roald Hoffmann
1982 - Aaron Klug
1985 - Albert A. Hauptman
1985 - Jerome Karle
1986 - Dudley R. Herschbach
1988 - Robert Huber
1988 - Leon Lederman
1988 - Melvin Schwartz
1988 - Jack Steinberger
1989 - Sidney Altman
1990 - Jerome Friedman
1992 - Rudolph Marcus
1995 - Martin Perl
2000 - Alan J. Heeger

ECONOMIA: 1970 - Paul Anthony Samuelson
1971 - Simon Kuznets
1972 - Kenneth Joseph Arrow
1975 - Leonid Kantorovich
1976 - Milton Friedman
1978 - Herbert A. Simon
1980 - Lawrence Robert Klein
1985 - Franco Modigliani
1987 - Robert M. Solow
1990 - Harry Markowitz
1990 - Merton Miller
1992 - Gary Becker
1993 - Robert Fogel

MEDICINA: 1908 - Elie Metchnikoff
1908 - Paul Erlich
1914 - Robert Barany
1922 - Otto Meyerhof
1930 - Karl Landsteiner
1931 - Otto Warburg
1936 - Otto Loewi
1944 - Joseph Erlanger
1944 - Herbert Spencer Gasser
1945 - Ernst Boris Chain
1946 - Hermann Joseph Muller
1950 - Tadeus Reichstein
1952 - Selman Abra ham Waksman
1953 - Hans Krebs
1953 - Fritz Albert Lipmann
1958 - Joshua Lederberg
1959 - Arthur Kornberg
1964 - Konrad Bloch
1965 - Francois Jacob
1965 - Andre Lwoff
1967 - George Wald
1968 - Marshall W. Nirenberg
1969 - Salvador Luria
1970 - Julius Axelrod
1970 - Sir Bernard Katz
1972 - Gerald Maurice Edelman
1975 - Howard Martin Temin
1976 - Baruch S. Blumberg
1977 - Roselyn Sussman Yalow
1978 - Daniel Nathans
1980 - Baruj Benacerraf
1984 - Cesar Milstein
1985 - Michael Stuart Brown
1985 - Joseph L. Goldstein
1986 - Stanley Cohen [& Rita Levi-Montalcini]
1988 - Gertrude Elion
1989 - Harold Varmus
1991 - Erwin Neher
1991 - Bert Sakmann
1993 - Richard J. Roberts
1993 - Phillip Sharp
1994 - Alfred Gilman
1995 - Edward B. Lewis

TOTAL: 129 (cento e vinte e nove!)
Lembrando ainda que:
Os judeus não fazem lavagem cerebral de crianças em campos de treinamento militar ou em suas cartilhas escolares, ensinando a eles como se explodir para matar o maior numero de judeus e de infiéis de qualquer nacionalidade!
Os judeus não sequestram aviões nem assassinam atletas na Olimpíada nem se explodem em restaurantes da Alemanha , em trens na Espanha ou em hotéis na Índia. Nem jogam aviões cheios de inocentes contra edifícios; igualmente cheio de inocentes.
Não existe nenhum judeu que tenha destruído uma Igreja em toda história. Não existe nenhum Judeu que tenha protestado contra qualquer coisa, matando pessoas.
Os judeus não possuem e nunca possuíram tráfico de escravos, nem apedrejam até a morte suas próprias filhas "suspeitas" de namorar alguém fora da aprovação de seus pais ou irmãos.
Os judeus não cortam o clitóris de suas filhas pequenas nem obrigam suas mulheres a se cobrirem com burcas, nem as tratam com brutalidade animal, punindo-as ou matando-as à menor contrariedade Ao contrário, a mulher judia é honrada e respeitada como uma igual; e, Israel é uma democracia exemplar.
Os judeus não enviam seus filhos e filhas, sadios ou deficientes mentais, a se explodirem no meio de civis inocentes de seitas igualmente islâmicas mas dissidentes (como os shiitas e sunitas), em mesquitas ,em mercados públicos, em escolas, etc...
Os judeus não matam, mutilam cortando fora as mãos de homens, mulheres e crianças civis e estuprando regularmente todas as mulheres que não são islâmicas; como acontece na África até hoje.
O Mundo Muçulmano deveria pensar em investir mais sua incalculável fortuna petrolífera em educação e saneamento básico, em vez de deliberadamente manter uma boa parte de sua população em penúria absoluta.
Não importa qual seja a sua posição pessoal sobre a crise entre Israel, os Palestinos e o Mundo Árabe. E mesmo que você acredite que exista mais culpa por parte de Israel, a próxima sentença diz tudo:
"Se os árabes depusessem as armas hoje, não haveria mais violência. Se os Judeus depusessem as armas hoje, não haveria mais Israel".
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